sábado, 2 de maio de 2015

Pensa que acabou?



LEITURA

  

Por que a leitura e a literatura se faz importante para as pessoas? 

A leitura se torna muito importante para a criança desde cedo, pois quando a criança desde pequenina começa a ouvir cantigas, contos e histórias ela começa a criar o prazer pela leitura. Nesse momento ela passa a ter prazer em ouvir as histórias e se encanta pelos livros. Isso contribui para o desenvolvimento da linguagem e estimula a sua imaginação, fazendo com que a criança através do lúdico amplie sua capacidade de comunicação e desenvolva sua personalidade. Antes de formar leitores é importante seduzir os ouvintes através do encantamento pelos contos.
A literatura se torna importante, pois coloca o leitor em contato com um universo diferente do seu cotidiano, leva o leitor a refletir, rir, investigar, chorar e até sentir medo, mergulhando no passado, presente e futuro, em lugares nunca imaginados antes, ajudando na reflexão sobre sua realidade e desenvolvendo sua criatividade, criticidade, seu intelecto, ampliando sua capacidade de interpretar melhor o mundo que o cerca, além de ampliar seu vocabulário e contribuir para ao desenvolvimento da escrita. 

Porque é importante ler? 

Ler, nos leva a ampliar nossos conhecimentos sobre os livros, nos faz refletir sobre as diversas situações, desperta emoções e nos coloca em contato com uma realidade diferente da nossa, amplia nossa percepção de memória e raciocínio, amplia nosso vocabulário e linguagem e também amplia o universo cultural. 

Qual a importância da leitura? 

A leitura estimula nas crianças o gosto e o interesse pelos livros, aproxima a criança do mundo imaginário, a coloca em contato com os livros e abre caminho para a formação de futuros leitores. Manusear livros, encantar-se com as ilustrações e descobrir o mundo das letras leva a criança desde cedo a ter comportamento de leitores, desenvolve a criatividade e a imaginação fazendo com que descubra meios criativos para expressar suas emoções.

Inclusão Social

É difícil pensarmos que pessoas são excluídas do meio social em razão das características físicas que possuem, como cor da pele, cor dos olhos, altura, peso e formação física. Já nascemos com essas características e não podemos, de certa forma, ser culpados por tê-las.
A inclusão está ligada a todas as pessoas que não têm as mesmas oportunidades dentro da sociedade. Mas os excluídos socialmente são também os que não possuem condições financeiras dentro dos padrões impostos pela sociedade, além dos idosos, os negros e os portadores de deficiências físicas, como cadeirantes, deficientes visuais, auditivos e mentais. Existem as leis específicas para cada área, como a das cotas de vagas nas universidades, em relação aos negros, e as que tratam da inclusão de pessoas com deficiência no mercado de trabalho.
O mundo sempre esteve fechado para mudanças, em relação a essas pessoas, porém, a partir de 1981, a ONU (Organização das Nações Unidas) criou um decreto tornando tal ano como o Ano Internacional das Pessoas Portadoras de Deficiências (AIPPD), época em que passou-se a perceber que as pessoas portadoras de alguma necessidade especial eram também merecedoras dos mesmos direitos que os outros cidadãos.

A princípio, eles ganharam alguma liberdade através das rampas, que permitiram maior acesso às escolas, igrejas, bares e restaurantes, teatros, cinemas, meios de transporte, etc. Aos poucos, o mundo foi se remodelando para dar-lhes maiores oportunidades.
Hoje é comum vermos anúncios em jornais, de empresas contratando essas pessoas, sendo que de acordo com o número de funcionários da empresa, existe uma cota, uma quantidade de contratação exigida por lei. Uma empresa com até 200 funcionários deve ter em seu quadro 2% de portadores de deficiência (ou reabilitados pela Previdência Social); as empresas de 201 a 500 empregados, 3%; as empresas com 501 a 1.000 empregados, 4%; e mais de 1.000 empregados, 5%.
Nossa cultura tem uma experiência ainda pequena em relação à inclusão social, com pessoas que ainda criticam a igualdade de direitos e não querem cooperar com aqueles que fogem dos padrões de normalidade estabelecido por um grupo que é maioria. E diante dos olhos deles, também somos diferentes.
E é bom lembrar que as diferenças se fazem iguais quando essas pessoas são colocadas em um grupo que as aceite, pois nos acrescentam valores morais e de respeito ao próximo, com todos tendo os mesmos direitos e recebendo as mesmas oportunidades diante da vida.

Por Jussara de Barros
Graduada em Pedagogia






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