LEITURA
Por que a
leitura e a literatura se faz importante para as pessoas?
A leitura
se torna muito importante para a criança desde cedo, pois quando a criança
desde pequenina começa a ouvir cantigas, contos e histórias ela começa a criar
o prazer pela leitura. Nesse momento ela passa a ter prazer em ouvir as
histórias e se encanta pelos livros. Isso contribui para o desenvolvimento da
linguagem e estimula a sua imaginação, fazendo com que a criança através do
lúdico amplie sua capacidade de comunicação e desenvolva sua personalidade.
Antes de formar leitores é importante seduzir os ouvintes através do
encantamento pelos contos.
A
literatura se torna importante, pois coloca o leitor em contato com um universo
diferente do seu cotidiano, leva o leitor a refletir, rir, investigar, chorar e
até sentir medo, mergulhando no passado, presente e futuro, em lugares nunca
imaginados antes, ajudando na reflexão sobre sua realidade e desenvolvendo sua
criatividade, criticidade, seu intelecto, ampliando sua capacidade de
interpretar melhor o mundo que o cerca, além de ampliar seu vocabulário e
contribuir para ao desenvolvimento da escrita.
Porque é
importante ler?
Ler, nos
leva a ampliar nossos conhecimentos sobre os livros, nos faz refletir sobre as
diversas situações, desperta emoções e nos coloca em contato com uma realidade
diferente da nossa, amplia nossa percepção de memória e raciocínio, amplia
nosso vocabulário e linguagem e também amplia o universo cultural.
Qual a
importância da leitura?
A leitura
estimula nas crianças o gosto e o interesse pelos livros, aproxima a criança do
mundo imaginário, a coloca em contato com os livros e abre caminho para a
formação de futuros leitores. Manusear livros, encantar-se com as ilustrações e
descobrir o mundo das letras leva a criança desde cedo a ter comportamento de
leitores, desenvolve a criatividade e a imaginação fazendo com que descubra
meios criativos para expressar suas emoções.
Inclusão Social
É difícil pensarmos que pessoas são excluídas do meio social em razão
das características físicas que possuem, como cor da pele, cor dos olhos,
altura, peso e formação física. Já nascemos com essas características e não
podemos, de certa forma, ser culpados por tê-las.
A inclusão está ligada a todas as pessoas que não têm as mesmas
oportunidades dentro da sociedade. Mas os excluídos socialmente são também os
que não possuem condições financeiras dentro dos padrões impostos pela
sociedade, além dos idosos, os negros e os portadores de deficiências físicas,
como cadeirantes, deficientes visuais, auditivos e mentais. Existem as leis
específicas para cada área, como a das cotas de vagas nas universidades, em
relação aos negros, e as que tratam da inclusão de pessoas com deficiência no
mercado de trabalho.
O mundo sempre esteve fechado para mudanças, em relação a essas pessoas,
porém, a partir de 1981, a ONU (Organização das Nações Unidas) criou um decreto
tornando tal ano como o Ano Internacional das Pessoas Portadoras de
Deficiências (AIPPD), época em que passou-se a perceber que as pessoas
portadoras de alguma necessidade especial eram também merecedoras dos mesmos
direitos que os outros cidadãos.
A princípio, eles ganharam alguma liberdade através das rampas, que
permitiram maior acesso às escolas, igrejas, bares e restaurantes, teatros,
cinemas, meios de transporte, etc. Aos poucos, o mundo foi se remodelando para
dar-lhes maiores oportunidades.
Hoje é comum vermos anúncios em jornais, de empresas contratando essas
pessoas, sendo que de acordo com o número de funcionários da empresa, existe
uma cota, uma quantidade de contratação exigida por lei. Uma empresa com até
200 funcionários deve ter em seu quadro 2% de portadores de deficiência (ou
reabilitados pela Previdência Social); as empresas de 201 a 500 empregados, 3%;
as empresas com 501 a 1.000 empregados, 4%; e mais de 1.000 empregados, 5%.
Nossa cultura tem uma experiência ainda pequena em relação à inclusão
social, com pessoas que ainda criticam a igualdade de direitos e não querem
cooperar com aqueles que fogem dos padrões de normalidade estabelecido por um
grupo que é maioria. E diante dos olhos deles, também somos diferentes.
E é bom lembrar que as diferenças se fazem iguais quando essas pessoas
são colocadas em um grupo que as aceite, pois nos acrescentam valores morais e
de respeito ao próximo, com todos tendo os mesmos direitos e recebendo as
mesmas oportunidades diante da vida.


